segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Eu pensei que o amor fosse outra coisa.

Eu pensei que amar tivesse por regra se entregar. Achei que o amor fosse justo e não uma balança... Pois, no amor um dos lados pesa mais (ama mais). Eu pensei que o amor fosse outra coisa. Achei que o amor fosse concreto e não essa coisa sem forma. Coração não tem o mesmo formato do word. Nem há desenho! Eu pensei que o amor fosse outra coisa. Pensava que o amor se formava no meio de dois, mas, na verdade, acontece de cada lado. E assim, o amor não é um só! Eu pensei que o amor fosse outra coisa. Fantasiei que o amor fosse um livro que cada um que lesse encontrasse a mesma história, Mas, o amor é um livro que cada um que ler interpreta de uma forma. Cheio de caras, o amor não se define fácil! Eu pensei que o amor fosse outra coisa. Inventaram símbolos, verdades, musicas, cheiros e flores que combinassem com o amor. Nem tudo faz sentido, quase nada! Eu pensei que o amor fosse outra coisa.

domingo, 25 de novembro de 2012

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Às vezes quem diz que ama cruza os dedos enqnto fala e tudo são apenas palavras... Palavras de vento, sem raízes! Tudo tão frágil, tão teatral! Não espere que as pessoas cumpram o q falam, pessoas são hipócritas e vivem de fingir... Fingir que inventaram o certo, fingir que sabem a verdade, fingir que agem sempre da maneira correta, fingir que a hipocrisia mora na casa do vizinho! É difícil saber quando é de verdade. Mas, tmb pra que saber? A vida está aí para se viver! Amor não é o que se fala, às vezes nem é atitude, amor é o que se vive mesmo, desde que seja verdadeiro, no contexto mais complexo. E o que será mesmo "o verdadeiro"?

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Pensamento

A vida é muito louca... É uma questão de ponto de vista. É um contexto e não um fato isolado, a vida não é sozinha! Não existe "A verdade", existem verdades e não adianta se estar certo... Não há certeza! É fato q isso pode ser o tempero. Vai saber!? Outras gerações, provavelmente, terão as mesmas dúvidas... Não há receita para viver. (Valéria Sales)

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Artesanato

E foi nessa brincadeira de me dedicar à você que percebi que tenho jeito com detalhes e que momentos na minha própria companhia podem ser surpreendentes. Foi assim, sem querer, pensando em vc e me distraindo, que percebi que posso, mesmo que meus únicos instrumentos sejam minhas próprias mãos e minha criatividade, fazer tudo que eu quiser!

Liberdade

Eu acredito que durante a caminhada haverão sorrisos, mas me assusta muito que a vida, usando o tempo como desculpa, me tire a liberdade. Ser livre é o que tenho de mais interessante, é sendo livre que amo, que escrevo, que leio, que opino, que aprendo e ensino, que me calo ou falo tudo que quero, é estando livre que me sinto encaixada em algum lugar desse mundo pq posso ir para todo e qualquer lugar. Vida, não me tire a liberdade pq eu não seria mais completa, seria pela metade. Não sei viver de um jeito mais ou menos, não sou meio sou inteira!

domingo, 28 de outubro de 2012

O papel do papel

O sofrimento faz feliz a poesia! O sofrimento cria o poeta e assim... Assim, nascem as mais belas junções de palavras. É quando sofre que o poeta mais reflete. Quando feliz o poeta não quer pensar, Quer viver! Depois escreve as lembranças. Lembranças são alimentos para a depressão. O poeta sofre lembrando. É uma intensidade maldosa essa do poeta... Vive com entrega até mesmo sentimentos ruins. É medonho!! Tenho pena do papel que não recebe boas notícias! O poeta só o procura para lamentos: - Ouve meu desabafo! O que fez o papel para fazer um leitor feliz quando é apenas um extrato de dor? (Valéria Sales)

Pensamento

De cidade em cidade eu é quem carrego o que sou!(Valéria Sales)