Tudo que sou, assim como tudo o que sinto, ficam evidentes nos meus momentos de inspiração que são intensos, dolorosos, reveladores e transformadores. Alguns momentos no dia, me fazem perceber de quantas faces sou feita, de onde partem meus sonhos. Nas minhas reações sobre as situações vividas busco nas palavras que escrevo a minha essência ... o meu eu. Seja lá o que ainda tenho para descobrir, sinto que é POESIA.... (Por Valéria Sales) "Carpe diem quam minimum credula postero"
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Pensamento
Para mim o que precisa ser fundamentado é o direito!! Minha vida eu sinto sem justificar, me encanto com cheiros e sem motivo algum... Gosto sem explicações e amo sem definições! Fundamentar é pura formalidade, minha essência dispensa "corretisses". Sou assim, do meu jeito!
By Valéria Sales
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Como o amor se apresenta?
Pensei que o Amor fosse um idoso, que ao sermos apresentados, por vontade própria ele contaria sua vida, suas histórias e experiências e assim não haveria grandes mistérios. Seria possível conhecê-lo no primeiro encontro.
Mas, estou achando ( ainda muito incerto) que o Amor, na verdade, é um bebê que se apresenta sem os pais por perto e no primeiro cumprimento não compreendemos nada do que está acontecendo (parece uma máquina: necessidades fisiológicas, sorri, não faz nada, ou chora). Sem saber nada do que o Amor gosta temos que esperar ele crescer mais um pouco e aí ele passa a ter suas vontades, é nessa fase que você acha que o conhece completamente só porque aprendeu a cuidar. Pelo fato de ainda ser criança você sente que não sabe tudo do Amor e espera que os dias passem. Quando chega a adolescência o Amor questiona, hora vc sabe, hora não sabe responder... Mas, você sente que as perguntas são porque ele (o Amor) está aprendendo e quer se fortalecer. Quando fica jovem o Amor tem que ir para a faculdade e você nem sonha qual curso ele vai escolher. O Amor adulto, bem mais maduro, enfrenta uma série de coisas que nunca passou antes e age como nunca agiu, parece outra pessoa dentro do mesmo bebê do início (talvez seja bem interessante). Só depois é que ele vai se apresentar de cara lavada e contar quem é (quando você já terá descoberto boa parte, sozinho): Esse é o Amor idoso. Nessa última fase o Amor tem cara de mapa, cheio de ruelas que já passou, mas mesmo que saiba dizer quem é e por onde passou ainda assim vive por situações próprias da sua idade.
Pensando bem, estou achando (ainda muito incerto) que o Amor não se apresenta e sua identidade é a impressão de quem o buscou, a reposta de quem perguntou, o encontro de quem procurou, a coragem de quem criou etc.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Quando o amor não faz sentido
Deixar de acreditar no amor é como molhar a roupa e sair com ela desse jeito. Por mais que haja ensinamento, pois só depois disso se aprende que sair com roupa ensopada causa resfriado, toda vez que o frio for sentido (aquele gelo na pele) haverá a lembrança de como era quando a roupa estava seca.
(Valéria Sales)
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Mudanças...
Mudanças...
A vida exige o tempo inteiro mutações.
Nem sempre é fácil.
Imagina só de repente ter q mudar sua essência para se adaptar a vida,
essa mesma vida q ninguém nem conhece.
Mas o sistema é eliminatório e quem n muda não sobrevive.
Enfim, mudar é uma escolha sem opções de escolhas!
(Valéria Sales)
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Eu pensei que o amor fosse outra coisa.
Eu pensei que amar tivesse por regra se entregar.
Achei que o amor fosse justo e não uma balança...
Pois, no amor um dos lados pesa mais (ama mais).
Eu pensei que o amor fosse outra coisa.
Achei que o amor fosse concreto e não essa coisa sem forma.
Coração não tem o mesmo formato do word.
Nem há desenho!
Eu pensei que o amor fosse outra coisa.
Pensava que o amor se formava no meio de dois,
mas, na verdade, acontece de cada lado.
E assim, o amor não é um só!
Eu pensei que o amor fosse outra coisa.
Fantasiei que o amor fosse um livro que cada um que lesse encontrasse a mesma história,
Mas, o amor é um livro que cada um que ler interpreta de uma forma.
Cheio de caras, o amor não se define fácil!
Eu pensei que o amor fosse outra coisa.
Inventaram símbolos, verdades, musicas, cheiros e flores que combinassem com o amor.
Nem tudo faz sentido, quase nada!
Eu pensei que o amor fosse outra coisa.
domingo, 25 de novembro de 2012
...
Às vezes quem diz que ama cruza os dedos enqnto fala e tudo são apenas palavras... Palavras de vento, sem raízes!
Tudo tão frágil, tão teatral!
Não espere que as pessoas cumpram o q falam, pessoas são hipócritas e vivem de fingir...
Fingir que inventaram o certo,
fingir que sabem a verdade, fingir que agem sempre da maneira correta, fingir que a hipocrisia mora na casa do vizinho!
É difícil saber quando é de verdade.
Mas, tmb pra que saber? A vida está aí para se viver!
Amor não é o que se fala, às vezes nem é atitude, amor é o que se vive mesmo, desde que seja verdadeiro, no contexto mais complexo.
E o que será mesmo "o verdadeiro"?
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Pensamento
A vida é muito louca...
É uma questão de ponto de vista.
É um contexto e não um fato isolado, a vida não é sozinha!
Não existe "A verdade", existem verdades e não adianta se estar certo...
Não há certeza!
É fato q isso pode ser o tempero. Vai saber!?
Outras gerações, provavelmente, terão as mesmas dúvidas...
Não há receita para viver.
(Valéria Sales)
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